domingo, 30 de junho de 2013

DETALHES COMPÕEM O TODO. SEMPRE!

            Há um carro novo — seminovo — estacionado ao lado do seu. Ele está sempre muito bem cuidado, sempre livre de marcas de poeira com chuva, ou apenas pó.

            Em certa manhã domingueira conhece a proprietária. Ela vestia blusa simples e uma calça preta em lycra e tinha um preparo nos cabelos cobertos por um lenço. Via-se que tinha a musculatura dorsal um tanto quanto apreciável a despeito de outras nem tanto.
         
           Conversaram insignificâncias, mas de certa importância para uma conversa de introdução. Ele estava de saída ao supermercado e ofereceu-lhe os préstimos de comprar-lhe alguma necessidade, os quais foram agradecidos e recusados.

           No decorrer da próxima semana foi convidado a tomar o lanche vespertino na casa dela. Conhece o resto da família, que se compõe apenas do filho mais novo.

          O filho mostrou-lhe as habilidades musicais, ela disse apreciar o samba, ao que o filho tocou um; pediu-lhe então que sambasse um pouco. Assim, pôde apreciar as destrezas dela e sentir os hormônios apressarem-se-lhe na corrente sanguínea.

           Mais conversas por outros dias, trocas de informações, gentilezas, e mais apreciares de figuras físicas marcadas pela justeza das vestes.

           Insinuações e conversas diretas sobre relações humanas; porém o  comprometimento com outrem o impedia da aproximação, entretanto se não fosse essa seria o uso de da completa dentição superior artificial. Se excluísse o contato das cavidades orais até poderia se prontificar, mas ele lembra que o feminino valoriza bem esse ato.

            Sugere-se a valorização de todo e qualquer ato humano: curvas femininas, testosterona, visualização, preferências, dentição e tantas outras.     20/06/2009 
        

sábado, 15 de junho de 2013

É ESTRANHO COMO ALGUMAS COISAS ACONTECEM!


             Dois homens não esperam o sinal verde parapedestres e tentam atravessar uma rua de tráfego movimentado, então um carro vira à direita dele, quase bateu nos dois rapazes. Então, um deles diz um palavrão relacionado ao motorista, porque ele não sinalizou para a conversão.


             Há um grupo de quatro meninas andando a partir de um restaurante onde almoçaram, elas estão se divertindo muito, estão falando sobre amenidades. Então, um delas diz uma frase com alguns palavrões em voz alta. As outras riem

gostosamente. Oh, meu Deus, onde estão os bons costumes das meninas hoje em dia?
       
   Dois meninos de cerca de 6 seis anos de idade estão muito felizes porque um jogador de tênis - há um conjunto de quadras de tênis atrás de seu condomínio - lançou uma bola dentro de sua área residencial. Um dos pequenos pergunta se eles devolvê-la-ão. Eles respondem a si mesmos que não. Aparece alguém e diz-lhes que é desonesto, então, um joga-a de de volta.

    
    
As virtudes devem ser ensinadas desde cedo, caso não elas podem desaparecer de nosso cotidiano.      16/09/2010.

IT’S WEIRD HOW SOME THINGS HAPPEN

            Two guys don’t wait for the green pedestrian light and try to cross a hard traffic street, then a car turns on right hand side, almost hit the two guys. So one of them says a bad word related to the driver, because he hasn’t signalized to turn on. 
 
            There are four girls, in a group, walking from a restaurant where they had lunch, they are enjoying themselves much, they are talking about amenities. So one of them says a sentence with some bad words in a loud voice. The others laugh so much, enjoying themselves. Oh, my God, where are good manners of girls   nowadays ?
            Two boys of around 6 six years old are too happy because one tennis player -- there is a tennis course with many courts behind their condominium -- has launched a tennis ball inside their residential area.  One of them asks if they will threw it back. They answer that not. Somebody else appears and tells them that is dishonest, then, one throws it back. 
 
            The Virtues should be taught since  the early ages, if not they can disappear.     Sep16th, 2010.



sábado, 13 de abril de 2013

EMOÇÕES

          A manifestação da emocionalidade, por qualquer forma que seja, não é um sinal de tibiez, pelo contrário, só os corajosos, os fortes têm a ousadia de exteriorizar os seus sentimentos.
Emocionar-se à nossa partida ou de alguém resultando no distanciamento duradouro, no perder do que ou de quem amamos pode ser caracterizado por alguns de apego, eu chama-lo-ía de sensibilidade, a qual é exclusiva dos verdadeiros seres humanos, já que o ser mencionado pode ter sido também protagonista de experiências que ficarão indelevelmente esculpidas em seus coração e mente.
          Somente os  intimoratos choram, riem,  gritam quando  pertinente, enquanto os opostos ironizam, humilham, mas não apresentam o seu íntimo, nunca os conhecemos realmente.
          Oxalá possamos continuar sensíveis e permanecer humanos.                          23/08/2006

sexta-feira, 29 de março de 2013

TRISTEZAS


As minhas maiores decepções, ou descontentamentos — ou quaisquer outros substantivos que os retratem, ou ainda, ao menos aproximem-se — não são exatamente as coisas ou as aspirações que não deixaram de ser abstratas, tais como, as mulheres midiáticas, perfeitas ou divinas que sequer aproximei-me delas, ou pior ainda, jamais souberam da minha plebeia existência...
Também não foram os lugares nacionais ou países que ansiei visitar...
Não são os luxos, como iates, aviões e outros ricos supérfluos, os quais almejei, não os tive e, talvez, não os tenha — o que é a probabilidade maior...
Não são os reconhecimentos, valorações que tive (ou pensava ter),
e nem sequer foram notadas...
Não, também não é a espiritualidade, pela qual busquei por diversas vezes, que não tenho...
Não é pela fé em Deus que quisera ter...
Pelos relacionamentos...
O que mais me entristece e desespera é a minha ignorância. Quanto busquei e, ainda busco por conhecimento, mesmo não sabendo o que faria se o tivesse.
Só um último aproxima-se do meu maior pavor — e sei que não terei a resposta, pelo menos, penso que não — a morte (essa maldita que a ninguém poupa), e mais ainda se precedida por dores e sofrimentos diversos.
Quanta desolação, escuridão, neste nosso andar.
Miserável morte, queria tanto que me detestasse e que tivesse vontade de sempre estar distante, e muito, de mim; que sequer soubesse que um dia existi. Ignore-me!
E você, oh tempo, não me castigue como se fosse um aliado dela.
Dupla implacável e soberana. Tão perversos perseguidores são. Misericórdia! Duas mil vezes misericórdia !     
 27/06/12

 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

LIDERANÇA

          É uma característica nata — há aqueles que a professam como possível de ser aprendida — entretanto, aqueles que não a possuem podem melhorar seu comportamento no que se refere a ela.

          Pode trazer prestígio, o que requer do ser humano uma rígida autovigilância para que não se afaste da real concepção da atividade e do objetivo. Haja vista que o líder sempre se desgasta nas atividades, faz-se necessário algum contrabalanceamento, o que não significa esquivar-se das responsabilidades inerentes.

          O líder não deve omitir suas capacidades, porquanto essas podem trazer crescimento para o grupo; e muitas vezes o tal crescimento pode até não ocorrer ou postergar com a ausência de líder.

          Uns querem sê-lo, têm condições e são ou tornam-se bons líderes.
          Alguns não têm condições, querem sê-lo, podem aprender e se tornar bons líderes, ou não.

          Independente de o homem querer ou não o seu desempenho pode ser benéfico para ele e/ou para o grupo, por ser um canal de aprendizado e progresso, entretanto, pode também ser um dissabor para um ou outro, ou para ambos. Nunca se sabe até que atinja o resultado.

          Não importa a vertente à qual pertence, faz necessário visto o propósito do desenvolvimento social – que o preposto tente aprender a ser líder, caso não possua a capacidade de sê-lo, haja vista que não há desenvolvimento grupal se não houver um ou mais líderes que conduza o momento — fato — para a intencionada solução.  15/10/10





domingo, 16 de dezembro de 2012

ONDE ESTÁ O CONHECIMENTO?


 Michelangelo perguntado como conseguiu esculpir a Pietá respondeu que não a tinha feito, ela já estava no bloco de pedra, ele apenas havia retirado o excesso para que ela aparecesse.

Concordamos que algumas vezes isso pode ser verdadeiro, por exemplo, quando não precisamos que alguém nos ensine o que é  excesso, onde ele está ,e como retirá-lo. O que nem sempre acontece, pelo contrário, a obtenção e a evolução do conhecimento requerem uma interdependência de inúmeros componentes, muitos dos quais nem imaginamos.

Bem como pensamos que tudo que não foi criado pela natureza, já que alguma parte do que existe no mundo foi criada pelo homem e outros seres ou eventos, e ainda assim esses foram criados também por ela, mas a verdade é que podemos aprender com todos eles. E ele está em tudo o que existe, como também em alguns fatos ou objetos que se perderam pelo tempo.

Não podemos asseverar que todo o conhecimento esteja nos livros, ou alguma outra mídia, devido à perda mencionada, à transformação, ou à não inserção numa mídia, fins permanência, divulgação daquele. E quanto mais  o contatarmos mais chances teremos de adquiri parte dele.
É possível acessar o conhecimento  com a finalidade de aumentar o nosso cabedal de forma diversa da academia, visto que parte dele não está com a elite, ou alguma  outra forma estruturalizada. 

 É lícito pensarmos que o conhecimento que satisfaz — não aquele que é satisfatório, esse inexiste — está no nosso íntimo, isto é, aquele com que nos defrontamos, quer pela prática demonstrada, quer pela teoria transmitida, no qual podemos refletir, absorvê-lo e/ou transformá-lo em algo melhor para nós, ou para outrem, não importa.

Mas se há  um fato intrigante é que quanto mais sabemos, mais necessidade temos de fazê-lo. Então, talvez não haja alguém que possua o conhecimento, visto a sua segmentação — falamos tanto em partes do conhecimento —, a sua infinitude, porque ele está em qualquer lugar,  em qualquer ser vivo, ou não, em qualquer tempo.

Imaginarmos os lugares onde ele possa estar, se é que ele está em algum, é fácil, mas certamente a tarefa mais inatingível seja a sua obtenção.   14/10/2009