Quem tem a obrigação de zelar pela língua nacional? A elite? O povo? Os intelectuais? A ABL (Academia Brasileira de Letras)? Os professores? Aqueles que utilizam a palavra como instrumento de trabalho?
Todos eles podem ter o dever de cuidar, não importam a sua origem social e/ou a sua função, mas sim, o seu aprendizado, o amor que tem pela nação, independente de por qual aspecto tenha predileção, seja ele o do povo, seja ele o da cultura geral. Pois o que é uma nação sem uma língua? Pode ser tantas outras denominações, mas não uma nação!
Aqueles que tiveram ou criaram oportunidades de acesso ao seu nível de conhecimento, não importa ao qual dos grupos acima façam parte, contudo se além de falantes a tiverem com ferramenta de labuta, estes sim, têm dever preponderante de zelo sobre os demais que só a falam (usam-na com o objetivo da sobrevivência).
Quais são os usuários que o são mais de uma vez? Os jornalistas, os escritores, os poetas, os publicitários, os palestrantes, os professores. Dentre esses, os únicos que ensinam a língua – na sua forma oficial – são os professores. Os que ensinam a língua correta - falada e escrita.
O professor é o verdadeiro guardião da língua de uma nação. Tem a obrigação de ensiná-la bem, com o maior rigor no que se reporta aos ditames gramaticais, e se estes não o fizerem – e a despeito da dinamicidade da língua – será impossível não só de usá-la corretamente, como ensiná-la, porquanto a velocidade das mudanças.
E o professor forma-se onde?
Ele é formado nas academias -primeiramente -, entretanto, a sua formação nunca obterá a completude, por isso deve ser uma educação contínua, com a vivência e também na sala de aula, quando ensina.
Então, há de se convir que a importância da universidade é inconteste? Mas e quando os professores e até a administração dela não se atém ao zelo para com a nossa amada e prestimosa língua? Veja este exemplo: 25 de outubro à 12 de novembro.
Quando não, encontramos professores que possuem os mais elevados títulos acadêmicos – inclusive pós-doutorado no exterior –, entretanto, utilizam-na com incorreções gramaticais como se lhes pertencesse como o próprio corpo, acrescida ainda de termos reles. 01112010
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
OS GUARDIÕES DA LÍNGUA ESCORREITA ?
Quem tem a obrigação de zelar pela língua nacional? A elite? O povo? Os intelectuais? A ABL (Academia Brasileira de Letras)? Os professores? Aqueles que utilizam a palavra como instrumento de trabalho?
Todos eles podem ter o dever de cuidar, não importam a sua origem social e/ou a sua função, mas sim, o seu aprendizado, o amor que tem pela nação, independente de por qual aspecto tenha predileção, seja ele o do povo, seja ele o da cultura geral. Pois o que é uma nação sem uma língua? Pode ser tantas outras denominações, mas não uma nação!
Aqueles que tiveram ou criaram oportunidades de acesso ao seu nível de conhecimento, não importa ao qual dos grupos acima façam parte, contudo se além de falantes a tiverem com ferramenta de labuta, estes sim, têm dever preponderante de zelo sobre os demais que só a falam (usam-na com o objetivo da sobrevivência).
Quais são os usuários que o são mais de uma vez? Os jornalistas, os escritores, os poetas, os publicitários, os palestrantes, os professores. Dentre esses, os únicos que ensinam a língua – na sua forma oficial – são os professores. Os que ensinam a língua correta - falada e escrita.
O professor é o verdadeiro guardião da língua de uma nação. Tem a obrigação de ensiná-la bem, com o maior rigor no que se reporta aos ditames gramaticais, e se estes não o fizerem – e a despeito da dinamicidade da língua – será impossível não só de usá-la corretamente, como ensiná-la, porquanto a velocidade das mudanças.
E o professor forma-se onde?
Ele é formado nas academias -primeiramente -, entretanto, a sua formação nunca obterá a completude, por isso deve ser uma educação contínua, com a vivência e também na sala de aula, quando ensina.
Então, há de se convir que a importância da universidade é inconteste? Mas e quando os professores e até a administração dela não se atém ao zelo para com a nossa amada e prestimosa língua? Veja este exemplo: 25 de outubro à 12 de novembro.
Quando não, encontramos professores que possuem os mais elevados títulos acadêmicos – inclusive pós-doutorado no exterior –, entretanto, utilizam-na com incorreções gramaticais como se lhes pertencesse como o próprio corpo, acrescida ainda de termos reles. 01112010
sábado, 29 de janeiro de 2011
FRESCOR JUVENIL
Há admiráveis balzaquianas, mas nada se compara ao frescor da mulher-adolescente. Onde não são só os gestos, mas todo o seu comportamento é uma personalização da lascívia atrelada a muitas outras características da mulher madura, tais como, o charme, a auto-confiança. 16/05/ 2006
sábado, 15 de janeiro de 2011
BENDIZER
A não-maledicência verbal é sinônimo da disciplina da fala, a qual pode ser cultuada por todos, com um pouco de vontade e auto-vigilância, no entanto, a não-maledicência mental requer maiores atributos para a sua consecução. Oxalá consigamos a verbal, que acreditamos ser o pré-requisito para a mental, partindo então para a auferição dessa tão sublime virtude – a não maledicência mental. Quando só teríamos pensamentos fraternos, benfazejos. 30/05/2006
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
PRI-TU...
És a personificação da sociabilização, da atenção humana;
És a concretização do belo sorriso, bem como da total beleza física e não física;
És a materialização dos movimentos rítmicos e graciosos;
És a tutora que todo mundo quereria;
És a concentração do ótimo, que - se multiplicada - farias deste um mundo melhor;
És merecedora do todo possível e do não também, mas se acaso te transformares, faça-o para mais, mais de ti mesma.
Jun. 21, 2006.
És a concretização do belo sorriso, bem como da total beleza física e não física;
És a materialização dos movimentos rítmicos e graciosos;
És a tutora que todo mundo quereria;
És a concentração do ótimo, que - se multiplicada - farias deste um mundo melhor;
És merecedora do todo possível e do não também, mas se acaso te transformares, faça-o para mais, mais de ti mesma.
Jun. 21, 2006.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
NA MESMA MOEDA
Gustavo, um rapaz de 22 anos, estudioso, trabalhador e com os olhos voltados para a promissão de seu futuro, tinha um Celta 1.0, cor prata, customizado às últimas instâncias.
Certo domingo de verão parou seu carro num dos inúmeros parques de sua cidade, com o intuito de supervisionar as beldades de sua faixa etária que praticavam alguma atividade desportiva ou lazer.
Após cerca de uma hora resolveu ir-se embora e, ao se aproximar de seu bem cuidado carro, viu um homem maduro, alto e forte com o pé no capô do celta, amarrando o sapato. Ele ficou irado, todavia, controlou-se - visto que uma confusão poderia ser-lhe constrangedora em inúmeros sentidos, bem como tal comportamento não era de seu feitio - e observou de longe.
O homem entrou no carro ao lado, pegou um jornal e dirigiu-se ao parque.
Gustavo aproximou-se de seu carro e fez uma acurada inspeção - a qual não precisaria de tantas minúcias – e observou que o sapato do deseducado tinha um prego que aranhou bastante a pintura do capô.
Gustavo transformou-se numa fera, a primeira ideia que lhe veio foi pegar a chave de rodas e destruir o carro do vândalo inconsciente, entretanto recobrou um pouco de serenidade e concluiu que todos quantos estivessem próximos testemunhariam a sua vingança.
Entrou em seu carro, ligou uma música clássica e acalmou-se completamente. Abriu a sua caixa de ferramenta e pegou um parafuso longo, de uns dez centímetros, e de bitola relativamente ampla.
Ele encostou-se na porta esquerda do carro preto, novo e de alto valor e - enquanto acompanhava a música - fazia uma ritmização com o parafuso atrás de suas costas na pintura do adversário.
Após os dez minutos restantes daquela sinfonia ele sentiu-se inteiramente relaxado e foi-se embora.
Quando o dono do carro preto percebeu o que houvera com a sua porta realizou um escândalo, lançou ao desconhecido retribuinte os maiores impropérios, os quais podiam ser ouvido a dezenas de metros.
Após a calma impressa pelo tempo, teria o vândalo inconsciente lembrado-se do apoio que usou para os seus sapatos?
27/08/2010
Certo domingo de verão parou seu carro num dos inúmeros parques de sua cidade, com o intuito de supervisionar as beldades de sua faixa etária que praticavam alguma atividade desportiva ou lazer.
Após cerca de uma hora resolveu ir-se embora e, ao se aproximar de seu bem cuidado carro, viu um homem maduro, alto e forte com o pé no capô do celta, amarrando o sapato. Ele ficou irado, todavia, controlou-se - visto que uma confusão poderia ser-lhe constrangedora em inúmeros sentidos, bem como tal comportamento não era de seu feitio - e observou de longe.
O homem entrou no carro ao lado, pegou um jornal e dirigiu-se ao parque.
Gustavo aproximou-se de seu carro e fez uma acurada inspeção - a qual não precisaria de tantas minúcias – e observou que o sapato do deseducado tinha um prego que aranhou bastante a pintura do capô.
Gustavo transformou-se numa fera, a primeira ideia que lhe veio foi pegar a chave de rodas e destruir o carro do vândalo inconsciente, entretanto recobrou um pouco de serenidade e concluiu que todos quantos estivessem próximos testemunhariam a sua vingança.
Entrou em seu carro, ligou uma música clássica e acalmou-se completamente. Abriu a sua caixa de ferramenta e pegou um parafuso longo, de uns dez centímetros, e de bitola relativamente ampla.
Ele encostou-se na porta esquerda do carro preto, novo e de alto valor e - enquanto acompanhava a música - fazia uma ritmização com o parafuso atrás de suas costas na pintura do adversário.
Após os dez minutos restantes daquela sinfonia ele sentiu-se inteiramente relaxado e foi-se embora.
Quando o dono do carro preto percebeu o que houvera com a sua porta realizou um escândalo, lançou ao desconhecido retribuinte os maiores impropérios, os quais podiam ser ouvido a dezenas de metros.
Após a calma impressa pelo tempo, teria o vândalo inconsciente lembrado-se do apoio que usou para os seus sapatos?
27/08/2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
PENSAR E AGIR COMO OS ANIMAIS
Que não cantássemos para saudar o dia como os pássaros, mas que o saudássemos com alegria, com oração ou simplesmente só o agradecessemos já estaria de bom tamanho;
Que ultrapassássemos os obstáculos com ética, assim como faz o cavalo acrescido de estética;
Que não dispensássemos carinho e fidelidade tal como o cão;
Que além dos atributos do felino, tivéssemos a sua agilidade na hora devida;
Que nunca esquecessemos o espírito de coletividade da abelha;
Que a formiga nos lembrasse que o sucesso só pode originar de atos morais;
Que não prescindíssemos da solidadriedade da baleia, de maneira alguma;
Que tivéssemos a pureza dos animais, e certamente obteríamos a tão famigerada e milenarmente almejada paz;
Não obstante sermos seres racionais, não o conseguimos. 050706
Que ultrapassássemos os obstáculos com ética, assim como faz o cavalo acrescido de estética;
Que não dispensássemos carinho e fidelidade tal como o cão;
Que além dos atributos do felino, tivéssemos a sua agilidade na hora devida;
Que nunca esquecessemos o espírito de coletividade da abelha;
Que a formiga nos lembrasse que o sucesso só pode originar de atos morais;
Que não prescindíssemos da solidadriedade da baleia, de maneira alguma;
Que tivéssemos a pureza dos animais, e certamente obteríamos a tão famigerada e milenarmente almejada paz;
Não obstante sermos seres racionais, não o conseguimos. 050706
HOT HINTS FOR ENGLISH AS SECOND LANGUAGE

I have learned some hints for learning and improving English, some I have read and others I have learned by myself.
#HINTS THAT I HAVE LEARNED FROM OTHERS:
LISTENING
· Listen to English in the radio;
· Listen to your favourite music and read the lyrics;
· Watch TV in English;
· Watch DVD without subtitles and with.
READING
· Use different resources, books;
· Have an English-English dictionary ( Longman or Oxford for advanced learners);
· Read daily as much you can;
· Make friends and exchange correspondences (e-mails, letters);
· Surf on the internet in English on your favourite subjects.
SPEAKING
· Have some regular conversation with an English-speaking person, whether impossible, do it with an English language classmate;
· Chat in English with your friends, overcome your fears;
· Join a conversation class in your home town.
WRITING
· Make friends and exchange correspondences (e-mails, letters);
· Write a secret diary in English, then you can write daily.
SEVERAL SKILLS
· Volunteer to be an assistant in English classes at a local school.
# HINTS THAT I HAVE LEARNED BY MYSELF:

LISTENING
· Call a toll-free number and try to understand the intructions of some institutions, such as bank, credit card.
READING
· Read everything you have in your hands, and look for more, and you are always looking for something to read;
· Periodically, make revisions from your notes;
· Do not use an English-Portuguese dictionary, just in case of emergency you can use it;
· Have an English Grammar book.
SPEAKING
· Friendship is always important, but prefer making foreign friends, if not you'll speak in your native language. But the English language mustn't be above human values, it means that you should have friends that know more English than you, you can also have friends that know less English, in this case you'll be teaching and simultaneously learning, too.
WRITING
· Write in English as much you want, and you always want to write in English, for example, your
perssonal notes;
· Take notes from everything that is new;
· Keep your notes organised.
SEVERAL SKILLS
· An English course in an English-speaking country (Great Britain, USA etc) isn't so much better for learning it than in your own country, because the methods aren't so different and they don't do miracles. Then, if you compare costs and benefits, maybe it's better studying in your country, but if you have a high English level and you'd like to polish it, I think it is a good idea;
· If you have an English teacher, ask him when you have doubts or questions, but don't make your English teacher's life hell, disturbing him all the time, you can become a very annoying student;
· Record your reading in loud voice, then whilst listening to it you can improve your pronunciation and practice your listening to at the same time.
Sep 10th, 2007
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